Chapadinhese é vítima de fake News sobre está infectado com coronavírus



A foto acima está circulando em vários grupos de redes sociais de Chapadinha e região como sendo de uma pessoa que supostamente seria positivo para o novo coronavírus. Vírus que está matando milhares de pessoas ao redor de todo o mundo. A secretaria de saúde da cidade, já confirmou até a data de hoje, 13/4 apenas um caso confirmado no município. 

Diante da polêmica que envolve a foto, o blog Alxandre Cunha investigou e conseguiu contanto com um irmão da pessoa citada. A foto se trata de uma pessoa chamada de Diogo, e ele não está com coronavírus. 

O irmão de Diogo nos falou que a foto foi postada por ele mesmo em um grupo de WHATSAPP algum tempo atrás. 

Portanto não divulguem o que não tenha certeza. Você pode estar colocando a vida de outras pessoas em risco. Não divulguem fake News. Isso é crime

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Na ausência de uma legislação específica que defina como crime a produção e o compartilhamento de fake news no cenário de pandemia do novo coronavírus e de ameaças à saúde coletiva, autoridades passaram a enquadrar casos à Lei de Contravenções Penais, de 1941, numa tentativa de coibir a disseminação de notícias falsas relacionadas à covid-19. O dispositivo já foi utilizado em ao menos três capitais.

O texto estabelece pena de prisão de até seis meses para quem "provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto". Mas, na prática, a punição, se aplicada, é restrita à prestação de serviços comunitários ou multa.

Em Belo Horizonte, a polícia recorreu ao dispositivo ao investigar o homem que fez um vídeo na Ceasa denunciando um falso desabastecimento, em março. O conteúdo foi compartilhado pelo presidente Jair Bolsonaro, e depois apagado.

No Recife, em fevereiro, quando o município registrava apenas cinco casos suspeitos de covid-19 um cidadão apresentou-se nas redes como profissional da saúde e disse que a capital pernambucana tinha 61 infectados. A alegação inverídica preocupou a população, que passou a desconfiar da transparência dos gestores locais. Com base na lei de contravenções, o município pediu uma investigação policial, que comprovou a mentira.